A Zona Económica Especial Luanda/Bengo terá um porto seco para matérias-primas e equipamentos importados e destinados à produção de bens e ao funcionamento das unidades fabris, anunciou segunda-feira em Luanda a comissão executiva da Sonangol Investimento Industrial (SIIND).

Erminta de Carvalho, vogal da comissão executiva, disse, no decurso de uma intervenção sobre os planos de desenvolvimento da Zona Especial Económica (ZEE),que a construção do porto seco visa também evitar que as matérias-primas e os equipamentos tenham outro destino.

Tradicionalmente, as empresas existentes na ZEE produzem para exportar, mas a de Angola estará virada, numa primeira fase, para o consumo interno devido às carências do mercado angolano.

O projeto da ZEE prevê a implantação de 73 unidades fabris, funcionando já a Angolacabos, cabos de fibra ótica, Indutive, tintas e vernizes, Matelétrica, material eléctrico, Mangotal, torres metálicas, Pivangola, equipamento de irrigação, Pipeline Angola, tubos PVC e a fábrica de vedações e arames Vedatela.